Uma História à Solta na Minha Rua
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Histórias à Solta na Minha Rua - António Torrado
Uma História à Solta na Minha Rua
Fu Chow, a Princesa das Pulgas
Idelfim Veiga (6º D 2009-10)
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Histórias à Solta na Minha Rua - António Torrado
Fu Chow, A Princesa das Pulgas
O Grilo Grilarim Cantarola no Jardim
Ana Pereira e Ingrid Torrente(6º D 2009-10)
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Histórias à Solta na Minha Rua - António Torrado
Uma História À Solta Na Minha Rua
É uma história sobre uma rua diferente de todas as outras. Pois, todos os dias acontece alguma coisa.
Para saber o que se passa nesta rua, basta estar atento e de olhos bem abertos a tudo o que se passa.
Um dia, nesta rua, quando regressava a casa, o narrador ficou muito admirado por ver o carro dos bombeiros e uma escada até ao terceiro andar, onde morava. Perguntou ao bombeiro o que se passava, se havia fogo. Este respondeu-lhe:
- Não senhor. Macaco.
O narrador ficou muito ofendido. Até pensou ir, novamente, falar com o bombeiro, mas entretanto, foi informado por um garoto que por ali andava a fazer recados, que o macaco da Dª Esmeralda tinha subido para o telhado e não conseguiam retirá-lo.
Escureceu e o macaco acabou por ficar no telhado, porque de noite ninguém conseguia ver para o retirar.
O narrador durante a noite sonhou com macacos, bombeiros, com a Dª Esmeralda e com a escada de incêndio.
Quando a meio da noite acordou, reparou que o seu leite tinha desaparecido, ficou confuso e pensou que o tinha bebido, mesmo a dormir. Foi então, que viu o macaco no seu quarto, tentou entretê-lo até o dia seguinte.
De manhã, foi ter com a Dª Esmeralda e informou-a que o macaco estava em sua casa.
A Dª Esmeralda não quis o macaco, pois disse que dava muito trabalho e despesa.
O narrador ficou sem saber o que fazer, telefonou para o Jardim Zoológico e de lá responderam que já tinham muitos macacos e que não queriam mais nenhum.
A única solução que o narrador encontrou, foi dizer que este macaco era muito especial, pois ele ia escrever um livro em que o macaco era a personagem principal.
E assim, conseguiu que o Jardim Zoológico ficasse com ele.
Fu Chow, A Princesa das Pulgas
Um senhor costumava ler o jornal ao seu cão, todas as tardes, em voz alta, mas só lia um bocado da notícia que escolhia, pelo título que achava importante.
Enquanto lia, notou que o seu cão, apesar de pouco sair à rua, estava muito bem informado, pois deu-lhe a notícia de que a pulga Fu Chow estava em Portugal e que vivia na orelha de um outro cão. Informou-o que se ele a quisesse, o cão fox-terrier lha dava em troca, por dez quilos de ossos.
No dia seguinte, o senhor foi ao talho comprou os ossos e trouxe a Fu Chow para casa. Ficou a saber que ela tinha abandonado a vida artística e tinha viajado de cão, pois era assim que se deslocava sempre.
A partir desse dia, o senhor começou a ver o seu cão sempre muito agitado, de um lado para o outro.
A pulga Fu Chow viajava no seu cão para todo o lado, juntamente com as outras pulgas. O cão queixava-se muito e não tomava banho, porque a Fu Chow não queria.
Então, o senhor decidiu tomar providências. Numa manhã, quando foram passear, sem que eles o vissem, pulverizou com insecticida o seu cão.
O cão olhou-o agradecido porque a pulga Fu Chow tinha partido. Mas, não é que o senhor começou a sentir comichão? Teve que chegar a casa e tomar um banho quente.
A Rã Felisbela
O Grilo Grilarim Cantarola no Jardim
Um macaco pôs-se a ler um livro como faziam as pessoas. Alisava as letras com a mão e limpava o pó entre as linhas.
Quando abriu o livro, achou que devia ser engraçado ler. Começou a olhar para as páginas, mas não fazia a mínima ideia o que estava escrito.
O macaco intrigado começou a investigar. Virou o livro ao contrário, mudou de folha, e as paginas abertas do livro, nada lhe diziam.
O macaco, já farto, debruçou-se sobre o livro. Fazia o pino e nada. Não conseguia entender nada.
Lá, tentou outra vez. Depois de várias tentativas, chorou. As letras bailaram e quase se afogaram nos olhos do macaco.
O cágado disse-lhe para não chorar, porque o choro magoa a vista e com a vista magoada mais difícil era ler.
Um pirilampo acendeu-se nos olhos do macaco e acharam que ele devia ir ao oftalmologista.
O oftalmologista mandou-o ler, mas o macaco não lia, por isso deu-lhe uma receita e mandou-o ir ter com a Dona Madalena Paciente.
A receita dizia que lhe enviava um aluno que não era burro, era somente um macaco. E assim, o macaco foi para a escola.
Começou a usar bata apesar de não ser doutor.
No recreio, saltava à corda e jogava ao jogo da macaca como ninguém.
Na aula, estava atento, pois queria aprender. Já, lia banana e lambia os beiços de satisfeito.
Os Bichanos Também São Manhosos
Benjamin Ferreira e Temer Nassar (6ºA 2009-10)
Histórias à Solta na Minha Rua - António Torrado
Uma História à Solta na Minha Rua
Na rua do narrador havia sempre, todos os dias, uma história diferente.
Um dia, quando o narrador voltava para casa reparou que estavam bombeiros e muita gente à roda de qualquer coisa. Notou, ainda, que a escada dos bombeiros ia dar ao 3º andar, onde morava o narrador.
Muito assustado, o narrador pensou em fogo, mas um rapaz disse-lhe que foi o macaco da Dona Esmeralda que subiu para os prédios e destruiu antenas e correntes que seguravam varandas, das traseiras dos prédios.
As buscas ao macaco pararam durante a noite.
O narrador foi dormir muito cansado.
Na sua mesinha de cabeceira, o narrador tinha leite com bolachas para matar a fome e a sede durante a noite.
Na sua mesinha de cabeceira, o narrador tinha leite com bolachas para matar a fome e a sede durante a noite.
O narrador adormeceu e sonhou com vários macacos vestidos de bombeiros, que iam ter com ele a um telhado e puxam-lhe os cabelos.
Nisto, o narrador acordou, com fome e com sede, e acendeu a luz. Tentou apanhar o leite e as bolachas mas notou que o leite não estava lá e que o macaco da Dona Esmeralda estava a comer as suas bolachas.
Ele tentou entreter o macaco, até a manhã chegar.
Já de manhã, ele foi a casa da Dona Esmeralda para lhe entregar o macaco, mas ela não o aceitou e disse-lhe para ficar com ele.
O narrador fez de tudo para se ver livre do macaco. Descobriu o número de um Zoo. Telefonou para o zoo e ofereceu-se para escrever uma história com o macaco como personagem principal. Em troca disso, o zoo ficava com o macaco. O Director do Zoo concordou, mas disse-lhe que só tinha até aquele dia para a entregar a história. e assim, o narrador construi a sua história.
Fu Chow a Princesa das Pulgas
A Rã Felisbela
Era uma vez, uma rã chamada Felisbela.
A rã Felisbela sentia-se muito sozinha e decidiu saltar para dentro de um zoo. Lá dentro, verificou que não havia rãs. Pensou que era um animal como os outros, e que tinha o direito de estar no jardim zoológico. De salto em salto, foi dar a um lago onde estava um hipopótamo. Este, pelos vistos, não gostou da sua companhia. A rã também pensou que não ficava nada bem vista ao lado de um bicho como aquele.
Então, voltou a saltar. Foi parar a uma piscina onde estava um crocodilo.
O crocodilo disse-lhe para ela sair da piscina porque ali não era o melhor sítio para ela ficar. A rã Felisbela comoveu-se e saltou para a jaula da serpente.
A serpente matreira, tentou hipnotizá-la, mas a rã Felisbela como era esperta não se deixou levar pela serpente e saltou, de novo, para o casaco do narrador. Este quando a encontrou, arranjou-lhe uma nova casa, o tanque de lavar a roupa. E agora, a rã Felisbela sente-se muito bem.
Bárbara Marques e Mara Resende (6º A 2009-10)
Histórias à Solta na Minha Rua - António Torrado
Uma História À Solta Na Minha Rua
Fu Chow a Princesa das Pulgas
A Rã Felisbela
Histórias à Solta na Minha Rua - António Torrado
Uma História à Solta na Minha Rua
Fu Chow, A Princesa das Pulgas
A Rã Felisbela
O Grilo Grilarim Cantarola no Jardim
Nove Vezes Nove? Oitenta e Um, Sete Macacos E Tu És Um
Os Bichanos Também São Manhosos
Iryna Semenyuk, Lavinia Selegean e Valéria Alves (6º A - 2009-10)
Histórias à Solta na Minha Rua - António Torrado
Todos os dias, na rua do narrador se passam histórias fantásticas.
Um dia, enquanto voltava para casa, viu um carro de bombeiros e muitas pessoas à roda.
Ficou muito assustado quando viu que a escada dos bombeiros se ia apoiar à fachada do 3.º andar.
Pensou que fosse fogo, mas depois, descobriu que foi o macaco da Dona Esmeralda que tinha fugido.
Mais tarde, quando foi dormir, pôs um copo de leite e um prato com bolachas em cima da mesa-de-cabeceira, deitou-se na cama e adormeceu.
Nessa noite, quando acordou, pegou no copo de leite para o beber e viu que já não tinha leite.
Acendeu a luz e viu o macaco da Dona Esmeralda em cima da cabeceira da sua cama, a comer as suas bolachas.
Então, ele brincou com o macaco, até a manhã chegar.
Mais tarde, quando era de manhã, foi bater à porta da Dona Esmeralda. Disse-lhe que tinha encontrado o macaco dela. Mas, a Dona Esmeralda já não queria o macaco, porque este lhe tinha dado muitos desgostos. Ela disse-lhe para ele ficar com o macaco.
Ele foi para casa e pensei em várias hipóteses para se ver livre do macaco. Telefonou a um Jardim Zoológico e disse-lhes que ia fazer uma história em que o macaco apareceria como personagem principal. Depois desse telefonema, foi escrever a história.
Nove vezes nove? Oitenta e um, sete macacos e tu és um
Os Bichanos Também São Manhosos
Andreia Silva (6º A 2009-10)
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