Mara Resende e Lavinia Selegean
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terça-feira, 8 de junho de 2010
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Histórias à Solta na Minha Rua - António Torrado
Uma História à Solta na Minha Rua
Na rua do narrador havia sempre, todos os dias, uma história diferente.
Um dia, quando o narrador voltava para casa reparou que estavam bombeiros e muita gente à roda de qualquer coisa. Notou, ainda, que a escada dos bombeiros ia dar ao 3º andar, onde morava o narrador.
Muito assustado, o narrador pensou em fogo, mas um rapaz disse-lhe que foi o macaco da Dona Esmeralda que subiu para os prédios e destruiu antenas e correntes que seguravam varandas, das traseiras dos prédios.
As buscas ao macaco pararam durante a noite.
O narrador foi dormir muito cansado.
Na sua mesinha de cabeceira, o narrador tinha leite com bolachas para matar a fome e a sede durante a noite.
Na sua mesinha de cabeceira, o narrador tinha leite com bolachas para matar a fome e a sede durante a noite.
O narrador adormeceu e sonhou com vários macacos vestidos de bombeiros, que iam ter com ele a um telhado e puxam-lhe os cabelos.
Nisto, o narrador acordou, com fome e com sede, e acendeu a luz. Tentou apanhar o leite e as bolachas mas notou que o leite não estava lá e que o macaco da Dona Esmeralda estava a comer as suas bolachas.
Ele tentou entreter o macaco, até a manhã chegar.
Já de manhã, ele foi a casa da Dona Esmeralda para lhe entregar o macaco, mas ela não o aceitou e disse-lhe para ficar com ele.
O narrador fez de tudo para se ver livre do macaco. Descobriu o número de um Zoo. Telefonou para o zoo e ofereceu-se para escrever uma história com o macaco como personagem principal. Em troca disso, o zoo ficava com o macaco. O Director do Zoo concordou, mas disse-lhe que só tinha até aquele dia para a entregar a história. e assim, o narrador construi a sua história.
Fu Chow a Princesa das Pulgas
A Rã Felisbela
Era uma vez, uma rã chamada Felisbela.
A rã Felisbela sentia-se muito sozinha e decidiu saltar para dentro de um zoo. Lá dentro, verificou que não havia rãs. Pensou que era um animal como os outros, e que tinha o direito de estar no jardim zoológico. De salto em salto, foi dar a um lago onde estava um hipopótamo. Este, pelos vistos, não gostou da sua companhia. A rã também pensou que não ficava nada bem vista ao lado de um bicho como aquele.
Então, voltou a saltar. Foi parar a uma piscina onde estava um crocodilo.
O crocodilo disse-lhe para ela sair da piscina porque ali não era o melhor sítio para ela ficar. A rã Felisbela comoveu-se e saltou para a jaula da serpente.
A serpente matreira, tentou hipnotizá-la, mas a rã Felisbela como era esperta não se deixou levar pela serpente e saltou, de novo, para o casaco do narrador. Este quando a encontrou, arranjou-lhe uma nova casa, o tanque de lavar a roupa. E agora, a rã Felisbela sente-se muito bem.
Bárbara Marques e Mara Resende (6º A 2009-10)
terça-feira, 3 de novembro de 2009
Três Histórias do Futuro - Luísa Ducla Soares
Século XXVII na cidade de Alcochete
No século vinte e sete, em Alcochete, vivia um Senhor que vendia sabonete cujo nome era Roquete.
Alcochete era uma linda cidade, tinha prédios com mil andares e fábricas aos milhares, um jardim com árvores a fingir e flores de plástico, uma rampa de foguetões e outras diversões.
Só havia um senão, em Alcochete… era um horrível pivete que subia o rio Tejo, criado pelo maior cano de esgoto da Península, e subia uma enorme nuvem de fumo das chaminés industriais.
O Sr. Roquete fartava-se de vender sabonete!
Limão para o alcatrão.
Ananás para a aguarrás.
Manjerico para o penico…
O Sr. Roquete ficou rico com o dinheiro dos sabonetes e comprou um prédio para viver, um carro para andar e um foguetão.
O prédio ficava num bairro rico.
Farto da escuridão e da poluição, enfiou-se no carro para dar uma volta, mas o trânsito era tão grande que levou 2 dias a percorrer as avenidas centrais onde finalmente estacionou.
Zangado, foi para o foguetão, queria ir para outro mundo.
Com tanto fumo não viu nada, com sorte não bateu, continuou e passado um bocado, o Sr. Roquete olhou e viu um planeta onde estacionou. o ar era fresco e respirável.
Ele construiu aí uma cabana, semeou uma horta, plantou um pomar. Sentia-se feliz.
Mais tarde… viu outro foguetão chegar, era um homem que fugiu da terra.
Um mês depois, e aquele mundo novo já estava cheio. Começaram as escavações. O novo mundo alastrava-se.
No paraíso, começaram a deitar abaixo os primeiros limoeiros para fazer prédios.
Até que um dia, a nuvem de fumo atingiu as casas.
Então o Sr. Roquete foi para o foguetão acelerou muito e viu um lindo planeta.
Desceu numa velha pista, olhou em volta e viu que estava na cidade de Alcochete. E assim, viveu o Sr. Roquete muito feliz com os seus sabonetes.
Mara Resende (6º A 2009-10)
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