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quinta-feira, 17 de maio de 2012

segunda-feira, 14 de maio de 2012

O Tesouro - Manuel António Pina



Beatriz Alho e Beatriz Paulino (6.º D 2011-12)

O Tesouro - Manuel António Pina



Lúcia Lopo, Núria Agostinho e Raissa Morosini (6.º D 2011-12)

O Tesouro - Manuel António Pina


Milena Araújo e Nádia Figueiredo (6.º D 2011-12)

segunda-feira, 7 de maio de 2012

sexta-feira, 4 de maio de 2012

O Tesouro - Manuel António Pina


Era uma vez, um país, onde as pessoas eram tristes.
Os seus habitantes tinham de falar baixinho, os rapazes e as raparigas andavam em escola separadas e, nem podiam beber Coca-Cola.
Os turistas perguntavam-lhes qual era a fonte da sua tristeza, mas eles nem lhes podiam contar. Levavam-nos a suas casas e, depois de terem bem a certeza de que ninguém os escutava, contavam-lhes qual era o seu sofrimento.
É que há muito tempo eles tinham um tesouro e alguém o roubara. O seu tesouro era a Liberdade.
Os turistas não compreendiam como é que a liberdade podia ser um tesouro, porque no seu país a liberdade é como a água, ou como o ar que respiramos. Até que um dia, muitos militares saíram às ruas, a aclamar a paz, a liberdade e a igualdade.
As pessoas apoiaram-nos, as floristas distribuíram cravos vermelhos. Nesse dia, as pessoas estavam felizes e, a partir desse dia, foi-lhes devolvido o seu tesouro.
Os rapazes e raparigas podiam agora conhecer-se e conviverem, os jovens não tinham de partir para a guerra. Esse dia era 25 de Abril de 1974, e aquela revolução ficou conhecida como revolução dos cravos.
Agora nós temos o dever de proteger e preservar esse tesouro, a Liberdade.

Paulo Barranquinho e Pedro Dias (6.º D 2011-12)

O Tesouro - Manuel António Pina



 
Sara Tietzen e Vasco Ferreira (6.º D 2011-12)

O Tesouro - Manuel António Pina




Nadine Parelho e Weverton Martins (6.º D 2011-12)

sexta-feira, 27 de abril de 2012

sexta-feira, 20 de abril de 2012

quinta-feira, 19 de abril de 2012

O Tesouro - Manuel António Pina


Há muito tempo, havia um país muito infeliz. 
Os visitantes não compreendiam porque é que as pessoas daquele país estavam tão tristes, pareciam ter um segredo.
O povo dizia que o segredo era um tesouro perdido, um tesouro difícil de recuperar. Esse tesouro era a liberdade. 
Naquele país, as pessoas não podiam dizer o que pensavam porque podiam ser presas ou até mortas. 
Havia polícias, em toda a parte, que não deixavam as pessoas fazer o que quisessem. 
As raparigas e os rapazes não podiam conviver porque era proibido. Os rapazes eram enviados para guerras e obrigados a matar pessoas que nem conheciam. 
As pessoas tinham medo de conversar porque alguém podia contar aos polícias, o que diziam. 
Um dia, as pessoas saíram com os soldados à rua, para se manifestarem. E, assim, recuperarem o seu tesouro.
O povo fez uma grande festa. 
A partir desse dia, as crianças já não tinham medo de conversar, já podiam ser livres e dizerem o que quisessem.
Esse país é Portugal. Ficou livre no dia 25 de abril, o dia da Liberdade.
Lara Silva e Márcia Beatriz Gonçalves (6.º B 2011-12)

segunda-feira, 16 de abril de 2012

O Tesouro - Manuel António Pina



Marco Derriça e Yasmine Barreto (6.º B 2011-12)

O Tesouro - Manuel António Pina


Era uma vez, o país das pessoas tristes, onde as pessoas tinham tudo para ser felizes, mas faltava-lhes um tesouro, que lhes tinha sido roubado. Esse tesouro era a liberdade.
Os estrangeiros ficavam surpreendidos com aquele cenário, com paisagens lindas, rios fantásticos, uma costa ótima, mas as pessoas não conseguiam ser felizes.

Havia pessoas na guerra, que eram obrigadas a matar pessoas que não conheciam de lado nenhum e não lhes tinham feito nada.
Os polícias eram maus e prendiam pessoas inocentes que apenas se manifestavam.
Certo dia, os militares revoltaram-se contra tudo isso e recuperaram o seu tesouro. Fizeram uma grande festa.

O país onde isto se passou é Portugal e o dia em que recuperou a liberdade aconteceu em 25 de abril de 1974.
João Carvalho e José Brito (6.º B 2011-12)

sexta-feira, 13 de abril de 2012

O Tesouro - Manuel António Pina


Há muito, muito tempo, num país longínquo chamado o País das Pessoas Tristes, viviam muitas pessoas infelizes e solitárias. 
Naquele país, as pessoas não podiam fazer o que queriam, não podiam visitar outros países, não podiam dizer o que pensavam e o que sentiam.
Muitas coisas eram proibidas como por exemplo, os meninos e meninas que gostavam de Coca-Cola não a podiam beber porque era proibida, a maior parte das pessoas também não podia votar. 
Quem ouvia estas coisas, ficava com o coração apertado, cheio de tristeza de ver aquela gente não poder ser livre, não poder fazer coisas que os visitantes daquele país faziam.
As pessoas daquele país tinham perdido um valioso tesouro – a Liberdade. 
Até que um dia, as pessoas decidiram partir para a ação e reconquistar aquele tesouro roubado. Todos gritavam «Viva, a Liberdade!». 
Aquele povo ficou tão feliz e contente que as mulheres começaram a distribuir cravos vermelhos, e a colocá-los nas espingardas.
Assim, o dia daquela revolução, 25 de abril, ficou conhecido como o dia da Liberdade e aquela revolução ficou conhecida como a Revolução dos Cravos. 
Agora, as pessoas podem dizer o que pensam e o que sentem, ou seja, tudo o que antes não podiam realizar, agora já o fazem. 
Mas, o melhor de tudo é que aquele país agora já não se chama País das Pessoas Tristes mas, sim, Portugal.

Rita Jacinto e Leonel Andrade (6.ºB 2011-12)