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sexta-feira, 27 de abril de 2012

O Tesouro - Manuel António Pina

Amália Fontes e Gabriela Garrafão (6.º B 2011-12)

terça-feira, 13 de março de 2012

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

O Rapaz de Bronze - Sophia de Mello Breyner Andresen


As Flores

Era uma vez, um bonito jardim cheio de linda e maravilhosas flores. Havia também uma estufa cheia de novas plantas. Num dos jardins havia um canteiro com Gladíolos. Eles são uma espécie de flores muito mundana e acham que o lugar mais chique do jardim é onde eles moram.
Os gladíolos acham-se superiores em relação à maioria das flores. Põem defeitos em todas as flores. Admiram as Camélias, mas as flores que realmente amam são as Tulipas.
O único desgosto dos gladíolos era não terem nascido tulipas. A flor que os gladíolos detestam é a flor de Muguet porque no inverno se esconde debaixo de folhas secas e na primavera o seu perfume espalha-se pelo jardim inteiro. Os Gladíolos acham-na uma flor muito exibicionista.


O Gladíolo

Naquele jardim, nasceu um gladíolo mais mundano do que os outros da sua espécie.
Quando abriu a sua primeira flor, o jardineiro estava a colher gladíolos para irem enfeitar as jarras de uma festa. O Gladíolo olhava-os. Estava cheio de inveja. O Gladíolo cumprimentou as outras plantas e não parou de se gabar de a sua espécie ser a mais colhida.
Um dia, soube que a dona da casa não queria mais gladíolos nas suas festas.
À noite, foi visitar as plantas da estufa.
Quando regressava de lá, decidiu espreitar a casa. Aproximou-se do carvalho e cumprimentou-o, o carvalho disse-lhe para subir para os seus ramos e ver a festa.
Cada pessoa que o Gladíolo via, perguntava ao carvalho quem era. O carvalho explicava-lhe tudo.
De repente, o Gladíolo teve uma grande ideia. Pensou em dar uma festa. Uma festa para as flores. Mas antes, tinha que consultar o Rapaz de Bronze.
O Rapaz de Bronze acabou por o deixar fazer a festa.


Florinda

A festa
Diana Tomás e Gabriela Garrafão (6.º B 2011-12)

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

O Pirata das Ilhas da Bruma - Mariana Bradford, Mariana Magalhães e Joana Medeiros

Há muitos anos, as ilhas dos Açores eram assaltadas, frequentemente, por piratas que quando viam um barco com ouro e riquezas atacavam-no logo.
Os habitantes das ilhas viviam aterrorizados. Muitas vezes, fugiam a correr para se esconder e quando voltavam as suas casas tinhas portas rebentadas, e tinham sido assaltadas.
Mas, graças a um pirata francês chamado Laplace a ilha ficou um período sem ser assaltada.
Certa noite, houve uma tempestade, o mar ficou agitado, caíram raios na água, o barco do pirata naufragou e ele foi arrastado até uma ilha chamada Graciosa.
Quando chegou a terra, caminhou até uma povoação. No caminho, viu sair da igreja uma bela rapariga, pela qual se apaixonou logo que a viu.
Ele seguiu-a até casa, e ficou escondido à espera que ela saísse.
A porta da casa abriu-se, a rapariga saiu embrulhada num xaile.
Laplace correu para falar com ela.
Conversaram muitas mais coisas, mas ninguém sabe o quê.
Nos dias seguintes, o pirata passeou muito pela vila, com um papagaio falante ao ombro.
As pessoas achavam encantador poder falar com um papagaio e começaram a aceitar Laplace.
Numa tarde, Leonor disse à família que Laplace a tinha pedido em casamento, e ela tinha aceitado.
O seu pai respondeu-lhe que a sua filha nunca casaria com um pirata.
Leonor trancou-se no quarto a chorar.
Laplace estranhou Leonor não estar no sítio em que combinaram encontrar-se, e atirou uma pedrinha à sua janela. Leonor abriu a janela e contou-lhe tudo o que se tinha passado. Rapidamente, Laplace teve uma ideia para resolver o problema.
No dia seguinte, Laplace apresentou-se ao pai de Leonor e trouxe com ele uma jóia magnífica.
Ele conseguiu convencer o pai de Leonor a autorizar o casamento.
Os dois casaram-se. Todos os que viviam na ilha foram convidados. Foi uma festa bastante animada.
À noite os dois partiram no navio e desapareceram entre brumas, com o barco bem iluminado.
Ainda hoje, se diz que em noites de nevoeiro, se vê junto há ilha Graciosa um navio bastante iluminado a passar.
Gabriela Garrafão (6.º B 2011-12)