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sexta-feira, 20 de abril de 2012

terça-feira, 10 de abril de 2012

Uma Aventura no Deserto - Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada


Nas férias, o Pedro convidou os amigos para irem à pesca. 
Quando já estavam em alto mar, um barco chocou contra o deles. Eles começam a afundar-se. 
Algum tempo depois, eles encontram outro barco. 
Após subirem a bordo, eles viram que o barco era de origem árabe. 
De repente, o barco começou a arder. Eles arrancaram algumas tábuas para conseguirem boiar. Era o segundo naufrágio num dia. 
No dia seguinte, encontraram terra. 
Mais tarde, viram um jipe conduzido por um homem que sabia falar sete línguas, uma delas era a portuguesa. Eles foram no jipe dele, mas o jipe avariou-se no meio do deserto do Sara. 
Por isso, foram andando a pé até encontraram uma caravana da tribo dos Tuaregues. 
No inicio, foi difícil. Mas depois, lá se habituaram. Os Tuareges ofereceram-lhes uns trajes que os ajudava a proteger do calor, umas tâmaras para comerem e um cantil com água.

Os Tuaregues tinham um animal, a camela Branca, que eles julgam ser o seu animal de sorte e que veneravam como a um Deus 
Mais tarde, eles encontraram uma tribo inimiga que também disputava a camela Branca.
Membros dessa tribo raptaram uma das gémeas e o Chico. Como resgate pediram a camela Branca. 
O Faial com o seu faro deu com eles numa espécie de prisão. 


No entanto, o Chico conseguiu abrir um buraco no teto. Fugiram, todos, por lá. Assim, não foi preciso ceder ao pedido de resgate
No final, tudo acabou bem. Os amigos terminaram a aventura num oásis fabuloso, com uma piscina enorme e com tudo a que tinham direito. A polícia de Marrocos levou-os ao aeroporto e eles apanharam o avião para Lisboa.
Tomás Valente (6.º B 2011-12)

terça-feira, 13 de março de 2012

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

O Rapaz de Bronze - Sophia de Mello Breyner Andresen


As flores

O Gladíolo

Florinda

A festa
Lara Silva, Mariana Frade e Tomás Valente (6.º B 2011-12)

segunda-feira, 7 de março de 2011

Mestre grilo cantava e a giganta dormia - Aquilino Ribeiro


Era uma vez, um grilo que decidiu instalar a sua casa junto a uma flor.
Com o passar do tempo, a flor começou a murchar e a transformar-se numa abóbora muito grande e linda.
Os insectos que viviam junto dela sentiam-se muito felizes.
Mas, a abóbora começou a crescer… a crescer…
Os animais começaram a sentir-se tristes porque ela tapava-lhes o sol.
O senhor Barnabé Pé de Jacaré e a senhora Feliciana Lauriana estavam sempre a discutir sobre o destino da abóbora. Ia para o telhado ou ia para a panela.
O grilo foi quem mais se intrigou, pois quanto mais a abóbora crescia mais dificuldades o grilo tinha para entrar em sua casa.
Mas, a abóbora não fazia outra coisa se não dormir e crescer.
Certo dia, os ralos, a pedido dos outros insectos, cortaram as raízes da abóbora, para ela se despegar do solo e ir ribanceira abaixo.
Num dia em que houve uma forte tempestade, a água da cheia levou a abóbora para a um rio que ali passava.
A abóbora, à deriva, foi dar ao pego de um moinho de água.
Foi retirada pelos moleiros da água e logo encaminhada para a panela.
Para o senhor Barnabé Pé de Jacaré e para a senhora Feliciana Lauriana a história acabou mal, nem foi abóbora para o telhado nem abóbora para a panela.
O grilo estava feliz e contava esta história a todos que a queriam ouvir.
Tomás Valente (5.º B 2010-11)