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segunda-feira, 16 de abril de 2012

Uma Aventura no Alto Mar - Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada,



Certo dia, a Teresa, a Luísa, o Chico, o Pedro e o João estavam a acampar perto do mar.
De manhã, decidiram ir dar um passeio. Encontraram um barco a remos. Decidiram dar uma volta nele.
Depois de se afastarem um bocado, foram apanhados por uma corrente, o barco ficou de pernas para o ar.


Eles ficaram perdidos no mar até que um barco enorme os resgatou.
Nesse barco, estavam uns homens que os escravizaram e os obrigaram a trabalhar no barco.
Uma vez, mandaram-nos transportar uns recipientes que continham um líquido esquisito.
Os cinco amigos acharam aquele líquido um pouco fora do normal, por isso, a Luísa guardou um rótulo dum desses recipientes e mostrou-o ao resto do grupo.
Nesse rótulo dizia que aquele líquido era altamente tóxico. Aí, perceberam que aqueles homens eram traficantes.
Depois, o barco parou na ilha dos Pássaros onde eles foram obrigados a recolher mantimentos.
Na ilha, encontraram um homem que, lá estava perdido, há muito tempo. Decidiram ajudá-lo, levando-o, secretamente, para o barco.
Seguiram viagem deixando os traficantes na ilha.
Quando o combustível acabou os cinco amigos notaram que estavam a ser perseguidos.


Entretanto, foram salvos por um bando de cientistas que estava a ir para a Antártida num barco.
Passado algum tempo, os homens apareceram e andaram todos à tareia. Mas, os cientistas e os cinco amigos conseguiram prender os homens.
Depois levaram-nos para a esquadra de polícia e regressaram a casa.
E, assim, a aventura no alto mar acabou.
André Coelho (6.º B 2011-12)

sexta-feira, 13 de abril de 2012

O Tesouro - Manuel António Pina


Há muito tempo, num país distante, as pessoas andavam muito tristes e não falavam umas com as outras.
Quando chegavam turistas a esse país, as pessoas eram logo amigas e levavam-nos para suas casas onde lhe explicavam o segredo da sua tristeza.



O segredo era terem ficado sem um tesouro. Esse tesouro era a liberdade, as crianças não podiam ouvir música, ver filmes e nem sequer podiam beber Coca-cola, os adultos não tinham direito de votar e toda a gente tinha medo de ser acusada, torturada ou castigada.
Quando os turistas ouviam aquilo, ficavam tristes e davam mais valor à sua liberdade.
Certo dia, os soldados organizaram uma revolução. No dia 25 de abril, eles prenderam os governantes. As mulheres e os homens festejaram com cravos vermelhos e assim o país da tristeza recuperou a sua liberdade e passou a chamar-se Portugal.

André Coelho e Marcelo Dias (6.º B 2011-12)

terça-feira, 13 de março de 2012

O Planeta Branco - Miguel Sousa Tavares


Era uma vez, três astronautas, Lucas, o chefe da missão, Lydia, a piloto auxiliar e navegadora e Baltazar, o mais novo que era engenheiro de bordo. 
Estavam numa missão para descobrir se havia água no planeta Orizon S-3. A nave onde eles viajavam chamava-se ítaca-3000. 
Durante muito tempo, viajaram pelo espaço. Até que, passaram para outro sistema, e mais tarde, ainda para outro. 
No terceiro sistema solar, a nave mudou de rota e não conseguiram corrigi-la. 
Perderam o contacto com a terra e decidiram tomar um comprimido para morrerem a dormir. 
Mas não morreram. Acordaram muito velhos.
Estavam a flutuar no espaço a uma velocidade que nenhum deles conseguia controlar, até que pararam. Ficaram suspensos numa espécie de nuvem branca. 
Receberam uma mensagem no recetor que dizia que podiam descer da nave porque o ar era respirável. 
Quando desceram, viram um velho que lhes disse que a rota que tinham posto no computador de bordo para Orizon S-3 estava errada. Esta conduzia-os à perdição. Disse-lhes ainda, que estavam no Planeta Branco e que esta era a última vez que os trazia ali, pois ia dar-lhes as coordenadas certas para irem em direção ao planeta terra. 
Foram enviados de volta à terra. 
Quando chegaram ao segundo sistema solar, ficaram com a sua idade normal. Voltaram a poder comunicar com o planeta terra. 
Deram-lhes ordens para voltar para a terra, mas corrigir as coordenadas de Orizon S-3. 



André Coelho, Gonçalo Alexandre e João Carvalho (6.º B 2011-12)

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

O Rapaz de Bronze - Sophia de Mello Breyner Andresen



As Flores

O Gladíolo

Florinda

Ana Ferreira e André Coelho (6.º B 2011-12)

quarta-feira, 9 de março de 2011

Mestre grilo cantava e a giganta dormia - Aquilino Ribeiro


Era uma vez, uma planta, de onde nasceu uma linda flor de cor viva e perfumada. 
Muitos insectos atraídos pelo perfume e beleza da flor fizeram junto dela a sua casa. 
Um grilo que por ali andava decidiu fazer o mesmo. 
Certo dia, a flor murchou e transformou-se numa abóbora que não parava de crescer… dormia e crescia. 
A abóbora com o seu crescimento tapou a luz do sol. 
O grilo e os outros insectos ficaram sem ver o sol. 
Os insectos chateados com a situação, resolveram todos cantar, para chamar o sol. 
Com isto, acordaram a abóbora que estava a dormir. Ela ficou muito chateada com o barulho. 
O grilo continuou a cantar e a abóbora voltou a adormecer, mais tarde. 
O Senhor José e a D. Feliciana, donos da fazenda, passaram por ali, e ficaram a olhar para a abóbora. 
O Sr. José dizia que, como era uma grande abóbora, quando estivesse madura, deveria colocá-la no telhado para servir de semente. A D. Feliciana dizia que, a abóbora deveria era de ir para a panela. 
O grilo que estava escondido no seu buraquinho ouviu a conversa, saiu do buraco e foi acordar a abóbora para lhe dizer a cantar: 
 – Abóbora, abóborinha não escapas à panelinha! 
A abóbora não ligava à conversa do grilo. Continuava a dormir e a crescer. 
O grilo já estava a ficar sem casa. 
No dia seguinte, o grilo decidiu fazer algo. 
Chamou os seus amigos e, com a ajuda da toupeira, cortaram a raiz da abóbora. 
No dia seguinte, houve uma tempestade. A abóbora, enquanto dormia, foi arrastada pela água, só acordando quando bateu no muro de um moinho, ficando rachada. 
Os donos do moinho ao verem a abóbora agarraram nela e fizeram um bom almoço. 
O Sr. José e a D. Feliciana é que não ficaram contentes com o que aconteceu. 
Assim, o grilo ficou novamente feliz na sua casa onde continuou a cantar.


André Coelho (5.º B 2010-11)