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sexta-feira, 27 de abril de 2012
sexta-feira, 13 de abril de 2012
O Tesouro - Manuel António Pina
Há muito tempo, num país distante, as pessoas andavam muito tristes e não falavam umas com as outras.
Quando chegavam turistas a esse país, as pessoas eram logo amigas e levavam-nos para suas casas onde lhe explicavam o segredo da sua tristeza.
O segredo era terem ficado sem um tesouro. Esse tesouro era a liberdade, as crianças não podiam ouvir música, ver filmes e nem sequer podiam beber Coca-cola, os adultos não tinham direito de votar e toda a gente tinha medo de ser acusada, torturada ou castigada.
Quando os turistas ouviam aquilo, ficavam tristes e davam mais valor à sua liberdade.
Certo dia, os soldados organizaram uma revolução. No dia 25 de abril, eles prenderam os governantes. As mulheres e os homens festejaram com cravos vermelhos e assim o país da tristeza recuperou a sua liberdade e passou a chamar-se Portugal.
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sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
O Rapaz de Bronze - Sophia de Mello Breyner Andresen
As Flores
Era uma vez, um jardim magnífico com uma estufa fantástica e flores lindas.
As flores mais ousadas eram os gladíolos. Os gladíolos eram flores muito mundanas só admiravam as túlipas e detestavam a flor do Muguet, por se esconder, apesar de ter um cheiro maravilhoso.
As tulipas, apesar de não terem cheiro, estavam sempre expostas elegantes e na moda.
O Gladíolo
Certo dia, nasceu um novo gladíolo ainda mais mundano do que todos os outros.
Ao ver os outros a serem colhidos, também o quis ser. Mas, na noite da festa, ele não o foi. Triste, ao passear no bosque, depois de ter saído da estufa, olhou para uma janela e pediu a um carvalho para subir aos seus ramos. De cima de um ramo, viu toda a festa.
Depois, quis logo, fazer uma festa. Assim, decidiu pedir autorização ao Rapaz de Bronze. Ele autorizou a realização da festa. O Gladíolo foi pedir à orquídea e à begónia se queriam fazer parte da comissão de organização. Estas responderam afirmativamente.
Ao ver os outros a serem colhidos, também o quis ser. Mas, na noite da festa, ele não o foi. Triste, ao passear no bosque, depois de ter saído da estufa, olhou para uma janela e pediu a um carvalho para subir aos seus ramos. De cima de um ramo, viu toda a festa.
Depois, quis logo, fazer uma festa. Assim, decidiu pedir autorização ao Rapaz de Bronze. Ele autorizou a realização da festa. O Gladíolo foi pedir à orquídea e à begónia se queriam fazer parte da comissão de organização. Estas responderam afirmativamente.
Florinda

No dia seguinte, o gladíolo pediu a três borboletas para levarem um convite ao cravo, à rosa e à tulipa para fazerem parte da comissão de organização da festa. Eles aceitaram.
Quando o sol se pôs, todas as flores apanharam boleia do vento para a ilha do Rapaz de Bronze.
Primeiro, chegou o gladíolo. Depois, a rosa. Em seguida, a begónia e o cravo. Finalmente, chegou a tulipa com um grande atraso.
A reunião começou. As flores da comissão decidiram quem ia à festa, organizaram todos os pormenores e no fim decidiram que a Florinda iria decorar o grande vaso.
A festa
Na noite da grande festa, um rouxinol foi buscar a Florinda para a festa. Ela admirada, aceitou o convite. Quando lá chegou, viu imensas flores a andar pelo próprio pé e adorou a dança das flores.
No dia seguinte, contou tudo às amigas. Estas fizeram troça dela.
A Florinda pensou que tudo tinha sido um sonho.
Florinda cresceu e com o passar do tempo esqueceu-se da festa.
Um dia, ao passar no bosque encontrou o Rapaz de Bronze.
Os dois recordaram aquela noite.
Marcelo Dias e Yasmine Barreto (6.º B 2011-12)
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
O Pirata das Ilhas da Bruma - Mariana Bradford, Mariana Magalhães e Joana Medeiros
Há muito tempo atrás, as ilhas dos Açores eram constantemente atacados por piratas.
Eles pilhavam as casas e roubavam as coisas mais preciosas.
Mais tarde, apareceu um outro pirata que se chamava Laplace.
Laplace conseguiu afastar dali todos os outros piratas
Uma certa noite, o barco de Laplace apanhou uma grande tempestade e já sem mastro naufragou e foi parar a uma ilha chamada Graciosa.
Nessa ilha, Laplace viu uma senhora a sair da igreja. Ele apaixonou-se por ela.
Um certo dia, foi falar com ela e ambos se apaixonaram.
Na ilha, toda a gente aceitou Laplace com simpatia.
Mais tarde, Laplace pediu Leonor em casamento,
Radiante, Leonor contou ao pai, mas o pai não concordou.
Laplace decidiu ajudar Leonor, oferecendo uma cruz de ouro ao pai dela. O pai aceitou logo o casamento.
Casaram e ficaram felizes para sempre.
Eles pilhavam as casas e roubavam as coisas mais preciosas.
Mais tarde, apareceu um outro pirata que se chamava Laplace.
Laplace conseguiu afastar dali todos os outros piratas
Uma certa noite, o barco de Laplace apanhou uma grande tempestade e já sem mastro naufragou e foi parar a uma ilha chamada Graciosa.
Nessa ilha, Laplace viu uma senhora a sair da igreja. Ele apaixonou-se por ela.
Um certo dia, foi falar com ela e ambos se apaixonaram.
Na ilha, toda a gente aceitou Laplace com simpatia.
Mais tarde, Laplace pediu Leonor em casamento,
Radiante, Leonor contou ao pai, mas o pai não concordou.
Laplace decidiu ajudar Leonor, oferecendo uma cruz de ouro ao pai dela. O pai aceitou logo o casamento.
Casaram e ficaram felizes para sempre.
Marcelo Dias (6.º B 2011-12)
segunda-feira, 21 de março de 2011
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