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sexta-feira, 4 de maio de 2012

Uma Aventura no Estádio - Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada


Era uma vez, cinco amigos que, num dia feriado, pensaram fazer coisas novas e diferentes.
O Chico pertencia a este grupo de amigos. Por jogar vólei, ele tinha muito sucesso entre os colegas. Por isso, começou a tornar-se importante. até saiu no jornal da escola. Ele gostava de dar autógrafos aos colegas. Mas, escrevia, sempre o mesmo, em todas as dedicatórias.


Um dia, o Pedro foi assistir a um treino do Chico. Ao saírem do estádio, encontraram o pai das gémeas que lhes disse que elas agora praticavam natação, pois gostavam muito dessa modalidade.
Enquanto conversavam, o Pedro contou ao Chico que encontrou, numa sala, um homem estranho e antipático, a reparar uma máquina, com outro senhor. Ambos ficaram muito incomodados com a sua presença.
Então, resolveram juntar o grupo para ver se alguém sabia quem eram estas personagens.
Os cinco amigos investigaram, antes e no fim dos treinos, mas só o João conseguiu alguma informação sobre este homem, por isso, deixaram de investigar o caso.
Alguns dias depois, o Chico conseguiu cinco bilhetes para um grande jogo. Ofereceu-os aos amigos e foram ao estádio.
As equipas alinharam-se, os adeptos aplaudiram fortemente o Anastácio, que era o melhor jogador, mas ele não estava a jogar. O jogo acabou com um empate a um.  
Quando o Pedro chegou a casa, viu na televisão a notícia de que o Anastácio tinha desaparecido
O Pedro pensou logo que podia ser o homem esquisito que o tinha raptado. Ele reuniu-se com os colegas e falou-lhes da sua desconfiança. Eles resolveram ir a casa desse homem.
 Quando lá chegaram, descobriram que o Anastácio também morava ali e para eles estava cada vez mais certa, a desconfiança do Pedro.
O Pedro e o Chico entraram no prédio mas não encontraram nada. Combinaram entre todos os elementos do grupo que alguém teria de ficar a vigiar a porta do prédio,
 As gémeas fizeram o primeiro turno de vigia ao prédio. Depois, foi a vez do João. Ele viu o homem misterioso entrar no prédio acompanhado de outra pessoa.
O João, discretamente, conseguiu entrar no prédio. Como não conseguiu encontrar pistas, resolveu sair do prédio e esconder-se dentro de uma carrinha.
Mais tarde, viu os dois homens sair do prédio.
 Ele e o Faial foram atrás deles. Apanharam um e obrigaram-no a dizer-lhes onde estava o Anastácio.
O João resolveu mandar uma mensagem aos amigos através de um pombo que levava consigo, para o caso de fazer falta.
Os outros quatro amigos receberam a mensagem e imediatamente foram ter com o João, o Faial e o Anastácio
De seguida, avisaram a polícia. Assim, conseguiram salvar o Anastácio.
O Anastácio ficou-lhes muito agradecido. Como forma de os compensar, ofereceu-lhes bilhetes para um jogo.    
Gonçalo Alexandre (6.º B 2011-12)

sexta-feira, 20 de abril de 2012

terça-feira, 13 de março de 2012

O Planeta Branco - Miguel Sousa Tavares


Era uma vez, três astronautas, Lucas, o chefe da missão, Lydia, a piloto auxiliar e navegadora e Baltazar, o mais novo que era engenheiro de bordo. 
Estavam numa missão para descobrir se havia água no planeta Orizon S-3. A nave onde eles viajavam chamava-se ítaca-3000. 
Durante muito tempo, viajaram pelo espaço. Até que, passaram para outro sistema, e mais tarde, ainda para outro. 
No terceiro sistema solar, a nave mudou de rota e não conseguiram corrigi-la. 
Perderam o contacto com a terra e decidiram tomar um comprimido para morrerem a dormir. 
Mas não morreram. Acordaram muito velhos.
Estavam a flutuar no espaço a uma velocidade que nenhum deles conseguia controlar, até que pararam. Ficaram suspensos numa espécie de nuvem branca. 
Receberam uma mensagem no recetor que dizia que podiam descer da nave porque o ar era respirável. 
Quando desceram, viram um velho que lhes disse que a rota que tinham posto no computador de bordo para Orizon S-3 estava errada. Esta conduzia-os à perdição. Disse-lhes ainda, que estavam no Planeta Branco e que esta era a última vez que os trazia ali, pois ia dar-lhes as coordenadas certas para irem em direção ao planeta terra. 
Foram enviados de volta à terra. 
Quando chegaram ao segundo sistema solar, ficaram com a sua idade normal. Voltaram a poder comunicar com o planeta terra. 
Deram-lhes ordens para voltar para a terra, mas corrigir as coordenadas de Orizon S-3. 



André Coelho, Gonçalo Alexandre e João Carvalho (6.º B 2011-12)

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

O Rapaz de Bronze - Sophia de Mello Breyner Andresen


As flores


O Gladíolo

Florinda

A festa
Gonçalo Alexandre e Marco Derriça (6.º B 2011-12) 

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

O Pirata das Ilhas da Bruma - Mariana Bradford, Mariana Magalhães e Joana Medeiros



Há muitos anos, as ilhas dos Açores eram muitas vezes visitadas por piratas. 
Os seus barcos encontravam-se atracados, ali perto, à espera que aparecem-se navios carregados de riquezas, para os poderem assaltar. 
Assim que tomavam conta dos navios, uns lutavam, outros roubavam tudo o que havia de valor. Depois, incendiavam os navios. Os habitantes das ilhas, apenas podiam ficar a ver, sem fazer nada. 
Quando não havia nada para roubar, iam a terra e roubavam tudo o que podiam. 
Nas ilhas, havia sempre alguém a vigiar. Assim, podiam esconder-se nas montanhas. Mas, quando voltavam encontravam tudo destruído. Todas as ilhas detestavam os piratas. 
Porém, certo dia, apareceu um pirata de nome Laplace. A sua presença afastou todos os outros daquela zona. 
Um dia, uma tempestade destruiu o seu navio. 
Ele foi parar a uma ilha que se chamava Graciosa. 
Lá, encontrou uma rapariga muito gira. Apaixonou-se logo por ela. Começou, então, a frequentar mais a vila e a dar-se melhor com as pessoas. 
Resolveu casar com a rapariga. 
Mas, o pai dela de modo algum o aceitou e trancou-a no quarto para impedir o casamento 
O Laplace conseguiu falar com ela. Ficou a saber de tudo o que se passava. 
Então, foi falar com o pai dela e ofereceu-lhe presentes valiosos. Com estes convenceu-o a autorizar o casamento. 
Todos os habitantes da ilha e todos os piratas foram convidados. 
Nessa madrugada, depois do casamento, abalaram no navio muito iluminado. 
Desde esse dia, nunca mais foram vistos. 
Ainda hoje, se conta uma história sobre eles. Diz-se que, em manhãs de muito nevoeiro, aparece um navio iluminado. 

Gonçalo Alexandre (6.º B 2011-12)

quinta-feira, 9 de junho de 2011

A Fada Palavrinha e o Gigante das Bibliotecas - Luísa Ducla Soares


Era uma vez, um rei que era muito rico. Ele tinha a sua fortuna guardada num cofre e se não lhe desse utilidade esta podia chamar ladrão. 
Ao serão, o rei perguntou o que devia fazer com a riqueza que tinha. 
A rainha disse logo que o rei lhe podia comprar um palácio com dez torres. 
A sua filha disse-lhe que queria mil metros de sedas para levar à costureira. 
O seu filho disse que queria um batalhão, porque gostava de combater. 
O rei não concordou com nenhuma das ideias. Fez um grande edifício, forrou-o com estantes e mandou vir imensos livros. 
Vieram livros de barco, de cavalo, de camelo, das terras quentes e das terras frias. 
A sua família falava com ele mas ele não lhes queria dar ouvidos. 
Na Biblioteca ganhou sabedoria. E, o povo todo quis aprender a ler. 
Mas o pior, foi que as traças entraram na Biblioteca e disseram que iam comer os livros. 
O rei ao ver aquilo, mandou vir vinte soldados armados. Mas, nem isso, as matou. Eles dispararam e nenhuma bala acertou nas traças. 
Então, o rei mandou vir sete sábios que fizeram um inseticida. Mas, também não as mataram. 
Quando a noite desceu, apareceu um Gigante com longas asas. Vinha de uma gruta distante. 
O Gigante era um morcego. Veio pedir emprego ao rei. Foi contratado para comer as traças. 
O Gigante comeu os bichos todos que havia em cada estante. 
Pensava que tinha comido todas as traças, quando viu uma borboleta. 
Então, o morcego perguntou-lhe o que ela estava a fazer ali. Ela respondeu-lhe que morava ali. 
O morcego levou a borboleta ao rei e pediu-lhe para ele a deixar lá ficar a ajudar. 
Com a fada e o gigante juntos nunca mais nenhum insecto pousou ali. 
E toda a gente ficou feliz. 
Gonçalo Alexandre (5.º B 2010-11)

terça-feira, 10 de maio de 2011

O Pescador que Nunca Pescava Nada - Raffaello Bergonse


Há muitos anos, havia um pescador que, todos os dias, estava no Pontão.
Quando era novo, todos os dias, ia à pesca, com tempo bom, ou tempo mau, em vários lugares. 
Mas, nunca apanhava nada. 
Apesar de ter todo o material que lhe fazia falta para a pesca, nem um peixe conseguia apanhar. 
Um dia, enquanto pescava, apanhou um pequeno peixe prateado que por ser tão pequenino e bonito, ele devolveu-o ao mar.
Durante muito tempo, nunca mais apanhou nada. 
Sempre que chegava a casa, a mulher ralhava com ele. 
Mas, o pescador não lhe ligava. Pois, ele adorava o que fazia. Adorava o mar cheio de surpresas e de gaivotas no céu. 
A mulher não o entendia. 
Embora cheio de vontade de apanhar apenas um peixe, isso não lhe acontecia. 
O pescador achava que podia ser o material que usava, ou as condições do tempo. Eram só dúvidas. Todos os dias, ele voltava ao mar.
Certa madrugada, o pescador voltou ao Pontão. Atirou a bóia para a água, mas, desta vez, ela desapareceu com um enorme puxão. 
Era sinal de ter apanhado qualquer coisa.
Assim foi, quando puxava a linha, reparou que tinha apanhado um peixe.
Para seu espanto, viu que era um grande robalo prateado. 
Ele tinha a certeza que aquele grande peixe era o pequenino que ele tinha deitado ao mar e que agora voltou grande e gordo. 
Nesse dia, o pescador fez uma grande festa. No jantar com a família, ninguém acreditava que fosse o mesmo peixe, mas, o pescador tinha a certeza, pois nunca se esqueceu do olhar do peixinho prateado.
A partir desse dia, o pescador começou a ter sorte e a apanhar muitos peixes. 
Todos os dias, o pescador, já reformado, ainda vai à pesca. O narrador da história que é o seu filho, sempre que pode, faz-lhe companhia. 
Mas, em dias que não apanha nada, recorda-se do que aconteceu com o seu pai. Nem sempre tudo corre bem de início, o importante é nunca se desistir do que se quer. 

Gonçalo Alexandre (5.º B 2010-11)

terça-feira, 8 de março de 2011

Mestre grilo cantava e a giganta dormia - Aquilino Ribeiro


Era uma vez, um grilo que foi fazer a sua casa num campo verde onde estava uma linda flor brilhante.
Com o passar do tempo, a flor transformou-se numa pequena abóbora que crescia muito, todos os dias.
A abóbora não parava de crescer e começou a tapar a casa do grilo.
O grilo chateado com a situação não sabia o que fazer.
Um dia, ouviu os donos da quinta dizer que iam tirar dali a abóbora gigante.
O senhor queria levá-la para o telhado, a senhora para a panela. Mas, enquanto isso não acontecia, a abóbora continuava a crescer e a incomodá-lo.
O grilo resolveu tomar medidas. Em conjunto com os amigos cortaram as raízes que prendiam a abóbora à terra.
Um dia, uma forte trovoada provocou uma grande cheia que arrastou a abóbora pela ribeira até ao moinho. Os donos do moinho tiveram uma grande surpresa quando a encontraram. Levaram a abóbora para casa e fizeram com ela um grande almoço.
Assim, o grilo ficou livre da abóbora e feliz cantando na sua casa.

Gonçalo Alexandre (5.º B 2010-11) 

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Histórias para contar em minuto e meio 1 - Madalena, Francisco e Isabel Stilwell







Fujam a mãe está irritada
Às vezes, as mães metem-se em frente ao espelho como a branca de neve e dizem:
-Há alguém mais bonita do que eu?
Os espelhos não respondem e elas então partem os vidros, berram com os maridos e connosco porque nos esquecemos da mochila.
Os miúdos inteligentes sabem o que fazer e pisgam-se dali. Por exemplo, perguntam ao pai se os levam ao futebol. Se os pais não os conseguirem salvar, pedem ajuda a um amigo. Mas, se realmente não houver para onde fugir é preciso redobrar a esperteza e o cuidado.
Nesses dias, temos de entrar em casa sem fazer barulho, fazer os T.P.C, oferecermo-nos para pôr a loiça na máquina. Se formos corajosos, devemos dizer ao espelho que ela é a mais bonita de todas, às vezes resulta. Se não resultar, espera-se pelo dia seguinte, pode ser que ela se transforme.

 Quero fazer anos muitas vezes

Assim que a Maria acabou de soprar as velas, já estava a perguntar quando é que fazia anos outra vez. A mãe explicou-lhe que ainda faltavam 364 dias para ter um bolo e velas mas a Maria dizia que queria fazer anos outra vez.
- Eu não quero fazer só uma vez! Quero fazer muitas vezes anos!
Ela chorava todos os dias porque a festa tinha acabado.
No dia seguinte, perguntava ao pai:
- É hoje que eu faço anos outra vez?
E perguntava a toda a gente:
- É hoje que faço anos outra vez?
Mostravam-lhe o calendário, e ela dizia que queria fazer anos já. A Maria não perdia a mania, e no dia seguinte, perguntava a mesma coisa.
A avó, um dia, explicou-lhe que só se fazia anos uma vez por ano. Se ela fizesse muitas vezes anos, ia ficar velhinha rapidamente.
A Maria perguntou à avó, se era por isso que ela estava velhinha.
A avó respondeu-lhe que sim.
Então, a Maria nunca mais pediu para fazer anos.

Gonçalo Alexandre (5.º B 2010-11)