sexta-feira, 7 de outubro de 2011

O Pirata das Ilhas da Bruma - Mariana Bradford, Mariana Magalhães e Joana Medeiros


Yasmine Barreto (6.º B 2011-12)

O Pirata das Ilhas da Bruma - Mariana Bradford, Mariana Magalhães e Joana Medeiros


Lorena Monteiro (6.º B 2011-12)

O Pirata das Ilhas da Bruma - Mariana Bradford, Mariana Magalhães e Joana Medeiros


Lara Silva (6.º B 2011-12)

O Pirata das Ilhas da Bruma - Mariana Bradford, Mariana Magalhães e Joana Medeiros


Amália Fontes (6.º B 2011-12)

O Pirata das Ilhas da Bruma - Mariana Bradford, Mariana Magalhães e Joana Medeiros



Há muitos anos, nas ilhas dos Açores, apareciam piratas fingindo estar de passagem mas depois, atacavam barcos e casas, ficando com todas as riquezas.
Certo dia, apareceu um pirata francês chamado Laplace.
Laplace também se dedicou à pirataria.
Uma noite, o seu barco apanhou uma tempestade e naufragou, tendo Laplace ter ido parar à ilha Graciosa.
Lá, ele viu uma menina a sair da igreja.
A menina era muito bonita. Ele apaixonou-se logo por ela.
Na ilha, toda a gente achava o pirata simpático.
Um dia, Laplace pediu a menina em casamento.
O pai da menina dizia:
- Não! A minha filha nunca casará com um pirata.
A menina sentia-se muito triste por causa da resposta negativa do pai.
Começou a chorar lágrimas muito gordas.
No dia seguinte, Laplace apresentou-se na casa do pai da menina com um ar muito sério.
O pai da menina com um ar muito irritado perguntou-lhe
- O que fazes tu aqui?
O marinheiro ofereceu-lhe uma joia muito valiosa. Era uma cruz de ouro com pedras de diamante.
O pai lá a deixou casar com o pirata.
Os dois noivos, depois de casados, fizeram uma viagem muito longa, naquele barco brilhante.
Marco Derriça (6.º B 2011-12)

O Pirata das Ilhas da Bruma - Mariana Bradford, Mariana Magalhães e Joana Medeiros


João Carvalho (6.º B 2011-12)

O Pirata das Ilhas da Bruma - Mariana Bradford, Mariana Magalhães e Joana Medeiros


André Coelho (6.º B 2011-12)

O Pirata das Ilhas da Bruma - Mariana Bradford, Mariana Magalhães e Joana Medeiros

Há muito tempo atrás, as ilhas dos Açores eram constantemente atacados por piratas.
Eles pilhavam as casas e roubavam as coisas mais preciosas.
Mais tarde, apareceu um outro pirata que se chamava Laplace.
Laplace conseguiu afastar dali todos os outros piratas
Uma certa noite, o barco de Laplace apanhou uma grande tempestade e já sem mastro naufragou e foi parar a uma ilha chamada Graciosa.
Nessa ilha, Laplace viu uma senhora a sair da igreja. Ele apaixonou-se por ela.
Um certo dia, foi falar com ela e ambos se apaixonaram.
Na ilha, toda a gente aceitou Laplace com simpatia.
Mais tarde, Laplace pediu Leonor em casamento,
Radiante, Leonor contou ao pai, mas o pai não concordou.
Laplace decidiu ajudar Leonor, oferecendo uma cruz de ouro ao pai dela. O pai aceitou logo o casamento.
Casaram e ficaram felizes para sempre. 

Marcelo Dias (6.º B 2011-12)

quinta-feira, 9 de junho de 2011

A Fada Palavrinha e o Gigante das Bibliotecas - Luísa Ducla Soares


Era uma vez, um rei que era muito rico. Ele tinha a sua fortuna guardada num cofre e se não lhe desse utilidade esta podia chamar ladrão. 
Ao serão, o rei perguntou o que devia fazer com a riqueza que tinha. 
A rainha disse logo que o rei lhe podia comprar um palácio com dez torres. 
A sua filha disse-lhe que queria mil metros de sedas para levar à costureira. 
O seu filho disse que queria um batalhão, porque gostava de combater. 
O rei não concordou com nenhuma das ideias. Fez um grande edifício, forrou-o com estantes e mandou vir imensos livros. 
Vieram livros de barco, de cavalo, de camelo, das terras quentes e das terras frias. 
A sua família falava com ele mas ele não lhes queria dar ouvidos. 
Na Biblioteca ganhou sabedoria. E, o povo todo quis aprender a ler. 
Mas o pior, foi que as traças entraram na Biblioteca e disseram que iam comer os livros. 
O rei ao ver aquilo, mandou vir vinte soldados armados. Mas, nem isso, as matou. Eles dispararam e nenhuma bala acertou nas traças. 
Então, o rei mandou vir sete sábios que fizeram um inseticida. Mas, também não as mataram. 
Quando a noite desceu, apareceu um Gigante com longas asas. Vinha de uma gruta distante. 
O Gigante era um morcego. Veio pedir emprego ao rei. Foi contratado para comer as traças. 
O Gigante comeu os bichos todos que havia em cada estante. 
Pensava que tinha comido todas as traças, quando viu uma borboleta. 
Então, o morcego perguntou-lhe o que ela estava a fazer ali. Ela respondeu-lhe que morava ali. 
O morcego levou a borboleta ao rei e pediu-lhe para ele a deixar lá ficar a ajudar. 
Com a fada e o gigante juntos nunca mais nenhum insecto pousou ali. 
E toda a gente ficou feliz. 
Gonçalo Alexandre (5.º B 2010-11)

terça-feira, 10 de maio de 2011

O Pescador que Nunca Pescava Nada - Raffaello Bergonse


Tomás Pacheco (5.º B 2010-11)

O Pescador que Nunca Pescava Nada - Raffaello Bergonse


Jéssica Oliveira (5.º B 2010-11)

O Pescador que Nunca Pescava Nada - Raffaello Bergonse


João Carvalho (5.º B 2010-11)

O Pescador que Nunca Pescava Nada - Raffaello Bergonse


André Coelho (5.º B 2010-11)

O Pescador que Nunca Pescava Nada - Raffaello Bergonse


Há muitos anos, havia um pescador que, todos os dias, estava no Pontão.
Quando era novo, todos os dias, ia à pesca, com tempo bom, ou tempo mau, em vários lugares. 
Mas, nunca apanhava nada. 
Apesar de ter todo o material que lhe fazia falta para a pesca, nem um peixe conseguia apanhar. 
Um dia, enquanto pescava, apanhou um pequeno peixe prateado que por ser tão pequenino e bonito, ele devolveu-o ao mar.
Durante muito tempo, nunca mais apanhou nada. 
Sempre que chegava a casa, a mulher ralhava com ele. 
Mas, o pescador não lhe ligava. Pois, ele adorava o que fazia. Adorava o mar cheio de surpresas e de gaivotas no céu. 
A mulher não o entendia. 
Embora cheio de vontade de apanhar apenas um peixe, isso não lhe acontecia. 
O pescador achava que podia ser o material que usava, ou as condições do tempo. Eram só dúvidas. Todos os dias, ele voltava ao mar.
Certa madrugada, o pescador voltou ao Pontão. Atirou a bóia para a água, mas, desta vez, ela desapareceu com um enorme puxão. 
Era sinal de ter apanhado qualquer coisa.
Assim foi, quando puxava a linha, reparou que tinha apanhado um peixe.
Para seu espanto, viu que era um grande robalo prateado. 
Ele tinha a certeza que aquele grande peixe era o pequenino que ele tinha deitado ao mar e que agora voltou grande e gordo. 
Nesse dia, o pescador fez uma grande festa. No jantar com a família, ninguém acreditava que fosse o mesmo peixe, mas, o pescador tinha a certeza, pois nunca se esqueceu do olhar do peixinho prateado.
A partir desse dia, o pescador começou a ter sorte e a apanhar muitos peixes. 
Todos os dias, o pescador, já reformado, ainda vai à pesca. O narrador da história que é o seu filho, sempre que pode, faz-lhe companhia. 
Mas, em dias que não apanha nada, recorda-se do que aconteceu com o seu pai. Nem sempre tudo corre bem de início, o importante é nunca se desistir do que se quer. 

Gonçalo Alexandre (5.º B 2010-11)

O Pescador que Nunca Pescava Nada - Raffaello Bergonse


Rita Jacinto (5.º B 2010-11)

segunda-feira, 21 de março de 2011