Ana Ferreira e Lara Silva (6.º B 2011-12)
quinta-feira, 15 de março de 2012
terça-feira, 13 de março de 2012
O Planeta Branco - Miguel Sousa Tavares
Era uma vez, três astronautas, Lucas, o chefe da missão, Lydia, a piloto auxiliar e navegadora e Baltazar, o mais novo que era engenheiro de bordo.
Estavam numa missão para descobrir se havia água no planeta Orizon S-3. A nave onde eles viajavam chamava-se ítaca-3000.
Durante muito tempo, viajaram pelo espaço. Até que, passaram para outro sistema, e mais tarde, ainda para outro.
No terceiro sistema solar, a nave mudou de rota e não conseguiram corrigi-la.
Perderam o contacto com a terra e decidiram tomar um comprimido para morrerem a dormir.
Mas não morreram. Acordaram muito velhos.
Estavam a flutuar no espaço a uma velocidade que nenhum deles conseguia controlar, até que pararam. Ficaram suspensos numa espécie de nuvem branca.
Receberam uma mensagem no recetor que dizia que podiam descer da nave porque o ar era respirável.
Quando desceram, viram um velho que lhes disse que a rota que tinham posto no computador de bordo para Orizon S-3 estava errada. Esta conduzia-os à perdição. Disse-lhes ainda, que estavam no Planeta Branco e que esta era a última vez que os trazia ali, pois ia dar-lhes as coordenadas certas para irem em direção ao planeta terra.
Foram enviados de volta à terra.
Quando chegaram ao segundo sistema solar, ficaram com a sua idade normal. Voltaram a poder comunicar com o planeta terra.
Deram-lhes ordens para voltar para a terra, mas corrigir as coordenadas de Orizon S-3.
André Coelho, Gonçalo Alexandre e João Carvalho (6.º B 2011-12)
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
O Rapaz de Bronze - Sophia de Mello Breyner Andresen,
Era uma vez um jardim, cheio de flores e muitas outras plantas.
Havia nele uma estufa cheia de avencas onde cresciam plantas extraordinárias que tinham atadas, no pé, uma placa de metal onde o seu nome estava escrito em latim.
Os gladiolos são flores mundanas e achavam que o lugar mais belo era o jardim onde eles moravam.
Os gladiolos não admiravam as outras flores, mas admiravam secretamente as camélias. Os gladíolos tinham uma admiração sem limites pelas tulipas.
O gladíolo
Um dia, nasceu um gladiolo ainda muito mais mundano que os outros. Quando começou a abrir, os gladíolos estavam a ser colhidos para uma festa, mas ele não foi colhido e ficou ruido de inveja.
À noite, o gladíolo foi ver a festa dos humanos, e decidiu fazer uma festa. Foi pedir permissão ao Rapaz de Bronze.
O Rapaz de Bronze, só depois de alguma insistência, acabou por aceitar.
O gladíolo foi-se embora para tratar da comissão da organização do grande baile de flores.
À noite, o gladíolo chamou o vento, mas o vento não apareceu. Então, o gladíolo foi a pé para a reunião. Quando chegou, estava lá toda a gente, menos a túlipa. Apareceu algum tempo depois.
Começaram de imediato a decidir quem convidar. O Rapaz de Bronze disse para convidar toda a gente. Decidiram que o lugar da festa seria na Clareira dos Plátanos. Lá, havia uma jarra vazia que seria ocupada pela Florinda, a filha do jardineiro.
No fim da festa, o Rapaz de Bronze levou Florinda a casa.
Passado muitos anos, a Florinda encontrou o Rapaz de Bronze e Recordaram aquela noite inesquecível.
Florinda
Na manhã seguinte, o gladíolo chamou três borboletas e pediu-lhes que levassem um recado à túlipa, ao cravo e à rosa. Estas flores faziam parte da comissão organizadora foram convidadas para uma reunião nessa noite no jardim do rapaz de bronze. As borboletas pelo caminho encontravam outras flores e contavam-lhes as novidades. À noite, o gladíolo chamou o vento, mas o vento não apareceu. Então, o gladíolo foi a pé para a reunião. Quando chegou, estava lá toda a gente, menos a túlipa. Apareceu algum tempo depois.
Começaram de imediato a decidir quem convidar. O Rapaz de Bronze disse para convidar toda a gente. Decidiram que o lugar da festa seria na Clareira dos Plátanos. Lá, havia uma jarra vazia que seria ocupada pela Florinda, a filha do jardineiro.
A festa
Na noite seguinte, um rouxinol começou a cantar em frente da janela do quarto de Florinda. Convidou-a para a festa. Ela ficou curiosa e seguiu o rouxinol até ao jardim do Rapaz de Bronze. Lá, descobriu a magia do Rapaz de Bronze. Ele levou Florinda até à jarra. O gladíolo estava preocupado com a túlipa porque ela ainda não tinha chegado. O Rapaz de Bronze reparou que o gladíolo estava e disse-lhe para não se preocupar com a tulipa, porque ela chega sempre atrasada. Passado algum tempo, a túlipa chegou mas só dançou com o Muguet. No fim da festa, o Rapaz de Bronze levou Florinda a casa.
Passado muitos anos, a Florinda encontrou o Rapaz de Bronze e Recordaram aquela noite inesquecível.
Maria Ribeiro e Sara Tietzen (6.º D 2011-12)
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
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